sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Faça uma viagem diferente!

Como o fim do ano já chegou e muitas pessoas vão viajar nesse período, gostaria de compartilhar com vocês, algo que aprendí sobre as viagens.

Pode ser que você planeje viajar para bem longe ou talvez vá para uma cidade da sua região mesmo, ou ainda, fique em sua cidade...

O que eu gostaria de deixar pra você, é que qualquer viagem ou passeio, pode se tornar um momento especial na sua vida.

Se você pretende viajar para outro país, procure observar o máximo que puder, o modo de vida das pessoas, aprender um pouco do idioma, conhecer a história, as artes, a música, a culinária, a arquitetura, os lugares turísticos e entender, porque eles existem e porque são tão valorizados pelo mundo todo. Não julgue sua cultura melhor do que a dos outros. "Todo mundo têm cultura". Cultura é o modo como se vive e todo mundo tem um jeito de viver a vida. O que nem todo mundo têm é conhecimento e estudo acadêmico, que os deixem mais "cultos" do que os outros (o que nem sempre é benéfico nos relacionamentos).
Fazer compras para algumas pessoas pode ser uma viagem interessante e lucrativa, mas os produtos acabam e o conhecimento não.

Se vai para outro estado, chegue desprovido de pré-conceitos. Se não vai para a casa de amigos ou parentes, busque uma hospedagem que seja de proprietário local ao invés de se hospedar em grandes redes de hotéis onde geralmente o dinheiro de sua hospedagem é enviado para fora do país, para o bolso dos grandes investidores. Prefira restaurantes típicos ao invés de "fast-foods" e shoppings centers, visite feiras de artesanato, pois seu dinheiro pode ajudar aquela comunidade que talvez viva daquele trabalho.
Não colha plantas exóticas, não compre aves nem animais clandestinos. Pode parecer estranho mas nas estradas do Nordeste é comum vermos pássaros e micos, sendo vendidos por meninos.

Se você vai viajar para uma cidade próxima da sua ou vai apenas passear, dê valor ao que elas lhe oferecem. Praças, parques ecológicos, igrejas, museus, bibliotecas, todas as cidades têm e são boas opções de lazer.

Depende de você tornar suas viagens, férias ou passeios especiais. Aproveite! Faça uma viagem diferente!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Ser professora...

Uma das coisas que eu gosto de fazer é ensinar!
Quando tinha 15 anos, vi uma de minhas irmãs, preparando as lições de seus alunos e decidí: Faria magistério! Se eu gostasse, excelente, se não gostasse, ficaria o conhecimento... O fato é que eu me apaixonei!
Então, comecei a trabalhar em uma escola de educação infantil. Com 16 anos, ainda estudante, esses foram meus primeiros alunos:



Muito pequeninos, é verdade, mas tudo o que eu ensinava, eles aprendiam e repetiam. Certo dia, uma mãe me procurou para contar, que sua filhinha, pediu um violão de presente e ela comprou esses pequenos de brinquedo mesmo. Quando entregou à filhinha, ela disse: "Mãe, vó, vocês serão os alunos e eu serei a professora! Vamos fazer uma roda aqui no chão e vamos cantar: Eu fui no Tororó... "
Imaginem minha emoção! Lindas as crianças!
Mas professor faz muitas e muitas coisas... Fala sem parar, brinca, senta no chão, "dá colinho" quando estão doentes, separa briga, conversa com os pais e com os diretores (o mais complicado) e também dança na frente de todo mundo:



E às vezes professor também trabalha como "salva-vidas" ...



Na primavera, uma das mães que era proprietária de uma floricultura, emprestou-me muitos vasos e estudamos os tipos de plantas e flores. Foi muito legal!



E junto com minhas colegas de trabalho, eu tocava o pouco que sabia e sempre cantávamos para as crianças da pré-escola, homegeando-as e agradecendo-as por tanto carinho.



Poderia ficar aqui, horas contando sobre a bênção que é ensinar! Mas nesse espaço, não posso esquecer do grande mestre que é Jesus, que moldou minha personalidade desde criança, para que eu pudesse repartir com outras crianças, nem me esquecer dos professores da igreja que foram exemplo de didática e amor para mim.

Feliz dia para todos os meus colegas de profissão!

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Foco na oração

Precisei realizar uma pesquisa na “internet”, mas a “internet” é sempre tão convidativa, no que diz respeito aos inúmeros passatempos que ela oferece, que quando percebi, eu havia aberto nada mais nada menos que 9 páginas diferentes. Entre “e-mails”, “sites”, “blogs”, estava vendo 9 “links” diferentes. Tenho certeza de que muita gente, abre ainda mais páginas do que eu...

Mas, chegou um momento que o computador “travou” e quando olhei para todas as janelas abertas, descobri o porquê! Obviamente essa máquina não poderia suportar tantos “downloads” ao mesmo tempo. Isso me fez parar e pensar em minha pesquisa inicial, e em como eu havia me esquecido completamente dela e desviado totalmente do meu foco.

No mesmo dia, ouvi uma mensagem sobre a oração e em como podemos nos distrair quando oramos e imediatamente me lembrei do computador, no meu foco da pesquisa, e ainda pensei que se essa distração com o momento da oração aconteceu com o pregador e acontece comigo, deve acontecer com outras pessoas e decidi compartilhar com você. Espero de coração que te ajude!

A mensagem dizia que “A oração é a expressão natural de uma vida com Deus”. Uma vez que caminho com Deus, meu meio de comunicação com Ele é a oração. Ela é também uma “oferta fervorosa da minha fé” e é ainda “o principal meio de graça”! Sendo assim, não posso deixar que outros assuntos interfiram nesse momento tão precioso que escolhi para falar com meu Deus.

Quantas vezes você foi orar e deixou que seu pensamento fosse invadido, por 9 ou talvez muitos outros problemas ou situações e acabou se desviando de seu foco?

Quantas vezes você, sem perceber, começou a orar e em um determinado momento seus pensamentos estavam viajando por outros lugares e você voltou para a oração sem saber do que estava falando e teve que começar a orar outra vez pedindo perdão ao Senhor?

Comecei a refletir na frase: “Deus deve ser o mestre do seu pensamento” e em como eu poderia dominar esse momento. Não desejava fazer da oração um momento racional, mas no meu caso teria que ser um momento espiritualmente consciente, no qual, Deus, como mestre do meu pensamento, fosse o único objetivo naquele momento...
Então passei a orar com um objetivo, que é o de passar um momento espiritualmente consciente falando com o Senhor.

Gostaria de deixar essas “dicas” com você:

-Escolha um local silencioso para orar (longe da TV, rádio, internet ou daquilo que possa te atrapalhar);

-Avise seus parentes ou amigos que você vai orar. Isso ajudará para que você não seja interrompido e despertará em outras pessoas o desejo de passarem momentos com Deus também;

-Seja constante: “Não deixe morrer a chama da oração”!

-Fale com Deus sobre tudo, mas, seja sempre objetivo na oração para que você não seja levado por seus pensamentos.

Espero que essa reflexão te ajude a não desviar o foco de sua oração que é Deus, através do seu filho o Nosso Senhor Jesus Cristo, dizendo só a Ele nesse momento: “A Ti Senhor, elevo a minha alma”. Salmos 25:1

Que Deus nos ajude!

segunda-feira, 12 de julho de 2010

"Falando com Deus no Jardim"

“Naquele dia, quando soprava o vento suave da tarde, o homem e a sua mulher ouviram a voz do Senhor Deus, que estava passeando pelo jardim...” Gênesis 3:8ª

A bíblia nos conta que Deus, em seu amor, criou um santuário. Um Jardim, no qual Ele colocou o homem e a mulher para viverem em comunhão e paz com Ele.

Vou contar-lhe ou lembrar-lhe rapidamente desse maravilhoso Jardim...

Era o Jardim do Éden, que foi chamado de Éden, pois em hebraico esse nome expressa um local de “prazer” e “deleite”, ou seja, um paraíso.

Naquele paraíso, Deus colocou animais para que o homem cuidasse, diversas espécies de plantas, um rio que saía do Éden e regava todo o Jardim e ainda, colocou “toda sorte de árvores frutíferas”. Suponho então que um banquete permanente estava à disposição do homem. A árvore da “Vida Eterna” também estava lá, no jardim.

Que lindo lugar deveria ser esse!

Além disso tudo, nesse jardim, todas as tardes, acontecia algo ainda mais exuberante: Soprava o vento suave e o Senhor Deus passeava para conversar com o homem e a mulher, conforme está escrito no versículo inicial.

Imagine que honra e privilégio para os primeiros seres humanos, o de poder conversar com Deus pessoalmente, de ter essa certeza de que Ele passaria pelo Jardim todo fim de tarde para “bater um papo” e saber como tinha sido o dia daquele homem e daquela mulher. Imagino Deus perguntando: “Olá amados, como foi o dia hoje?” E lágrimas me vêm aos olhos...

No entanto, Deus tinha dado uma ordem, pois no mesmo lugar havia uma árvore diferente, a árvore do conhecimento do bem e do mal, do conhecimento infindável, cujo fruto, quando comido, tornava o homem auto-suficiente , tentando assim, conhecer todas as coisas como Deus.

A ordem de não comer desse fruto, foi desobedecida e o pecado a partir daí entra na vida do homem. A afronta a Deus se inicia e com ela o sentimento que faz com o que homem queira sempre se engrandecer e se esqueça de dar a honra que só ao Pai é devida. Gên. 3:3-13

Que grande privilégio o homem tinha, o de conversar com o Pai, com o Criador de tudo, não é mesmo?

Já imaginou se todas as tardes marcássemos um encontro com Deus, nosso Criador, em nosso “jardim” e que não tivéssemos de que nos envergonhar?

Se pudéssemos (e podemos) falar com Ele todas as tardes e contar-lhe nossas alegrias, nossas tristezas, nossos medos, nossas angústias...

Se não tivéssemos medo, ou vergonha de chegar perto d’Ele por causa de nossos pecados e dizer-lhe “Pai, estou aqui, no meu jardim. Vamos conversar um pouco sobre o dia de hoje...”

Tenho uma história verdadeira, que me motivou a escrever esse texto de reflexão:

“Certa vez, um homem de Deus, foi convidado para apresentar um orçamento de trabalho em uma prefeitura. Como o orçamento apresentado por ele foi o melhor dentre todos, o prefeito o convidou para uma reunião.
Nessa reunião, o prefeito deixou claro, que para ganhar a licitação, o homem deveria afirmar que o valor da obra seria muito maior que o do orçamento real, assim, o prefeito ficaria com a diferença.
Mas o homem deu a seguinte resposta ao prefeito:
_ Sr. Prefeito, todas as tardes, tenho o hábito de falar com Deus, de contar a Ele tudo o que eu faço e de agradecê-lo pelo meu dia. Com que cara o Sr. acha que eu irei falar com Ele esta tarde?”


Se quiser, ore comigo:

“Senhor, gostaria de marcar um encontro contigo todos os dias em meu jardim e sei que o Senhor estará presente e será pontual. Ajuda-me para que eu faça o mesmo e, para o pecado não seja o motivo dos nossos encontros nesse jardim mas, que a comunhão contigo, a fé e a paz fortaleçam nossa intimidade. Quero entrar novamente no Jardim do Éden através do segundo Adão que Tú enviaste, Jesus Cristo, o doador da vida, Amém!”

Rachel Segatti

quarta-feira, 12 de maio de 2010

RESILIÊNCIA

Querido amigo e irmão,

Pode ser que você já tenha ouvido falar e até tenha lido algo sobre esse termo, muito utilizado atualmente no mundo corporativo mas, eu gostaria de comentar aqui também e dizer que, depois que aprendi esse conceito, pude aplicá-lo em muitas situações de minha vida secular e até mesmo cristã, têm sido muito útil pra mim e penso que poderá ser para você também.

Trata-se da “Resiliência”.

Segundo o “Dicionário Online de Português”, resiliência, no sentido da Física, é definida como “Propriedade de um material de recuperar a sua forma ou posição original após sofrer choque ou deformação” e ainda em um sentido de figura é definida como “O poder de recuperação ou a capacidade de superar, de se recuperar de adversidades”.

Acho muito interessante que as empresas e gestores de pessoas, tenham se interessado por esse termo, que já se tornou uma qualidade e também uma característica tão procurada para contratação de profissionais, e que também é estudada como característica da personalidade por profissionais da área da saúde, tamanha a sua importância no comportamento humano.

De um modo mais simples, usarei o exemplo que ouvi uma vez na universidade, no qual uma esponja comum, foi o objeto encontrado como o mais apropriado para demonstrar o que vinha a ser “Resiliência”. A esponja pode ser amassada, apertada e pisoteada mas logo em seguida, retorna a sua forma original. Pode estar encharcada, mas quando espremida, retorna ao seu peso original...

Esse é o termo que eu aprendi e que também me lembro quando enfrento uma adversidade e sendo assim, gostaria de te perguntar: Quantas vezes você ouviu algo de alguém, que te deixou deprimido? Quantas vezes você enfrentou situações onde pensou que tudo estava acabado? Quantas vezes você se sentiu cansado de lutar por seus objetivos? Você também já deve ter tido perdas, todos nós temos...

Mas nosso Soberano Deus nos lembra em 2 Coríntios 4:8 que “Muitas vezes ficamos aflitos, mas não somos derrotados. Algumas vezes ficamos em dúvida mas nunca ficamos desesperados”. Nos promete também no livro de Isaías 40:29 que “Aos cansados Ele dá novas forças e enche de energia os fracos”.

Então gostaria de deixar essa palavra para você. Quando sofrer qualquer tipo de opressão, tristeza, desânimo ou fraqueza proporcionados por alguém ou por algum incidente, seja resiliente e nunca deixe de lutar, lembre-se das promessas do nosso Deus e não permita que nada deixe sua mente ou seu coração deformados.

Que Deus nos abençoe e nos ajude!

terça-feira, 20 de abril de 2010

"Ouça agora"

Essa semana, estudando o livro de Lucas, junto com a mocidade de minha igreja, no capítulo 16 de 19 à 31 encontra-se "A parábola do rico de de Lázaro".
Ela me chamou muita atenção pois eu nunca tinha lido essa parábola na versão da Bíblia na Linguagem de Hoje.

Nessa versão, vou te contar, há o homem rico que vivia esbanjando seu dinheiro com festas e bens materiais e um homem pobre, com o corpo ferido, que ficava perto da casa do rico. O homem pobre comia do que sobrava da mesa do rico e convivia com os cães que lambiam suas feridas. Horrível não é?
No entanto, o pobre homem morreu e foi levado para o céu, para uma festa junto à Abraão. Já o rico morreu e foi sepultado e passou a sofrer muito.
Quando o homem rico viu Abraão e Lázaro gritou para que o levasse junto deles mas isso não era possível devido ao grande abismo que os separava.
O homem rico IMPLOROU à Abraão que deixasse Lázaro ir até a sua casa então, para avisar sua família o que os esperava após a morte mas Abraão não permitiu, pois todos tinham acesso a lei e aos livros.
Porém o rico insistia, pois dizia que apenas a lei e os livros não seriam suficientes para convencê-los.
Por fim, Abraão disse que se a lei e os livros não bastassem, não acreditariam mesmo vendo alguém ressuscitado.

Eu senti o desespero do homem rico ao perceber que era tarde e querer livrar os seus, do mundo dos mortos. Chocante! Essa parábola me ensina, que não há tempo a perder. Que a palavra de Deus está disponível mas se não quisermos ouví-la de verdade, ela será apenas um compilado de livros e repleta de leis que não nos servem.
Por outro lado se a ouvirmos com nossa alma e coração, esses livros e essas leis estarão mais vivas e mais atuais do que nunca, nos aperfeiçoando como seres humanos nos nossos relacionamentos e nos aproximando de Nosso Pai Celeste.

Peça à Deus para que te ajude a ler essa palavra maravilhosa que é a Bíblia, "desarmado" e "desprovido" de qualquer sentimento de incredulidade, de qualquer sentimento de desânimo, que te encha de fé, de coragem e de vontade de viver!